
O Programa Paraná + Vida, iniciativa do Governo do Estado voltada ao atendimento de pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, alcançou a marca de 300 acolhimentos simultâneos. Desde o início de sua execução, em dezembro de 2025, a iniciativa já registrou 1.319 solicitações de vagas e 717 acolhimentos concluídos com êxito.
Executado pela Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), o programa fez o primeiro acolhimento em 18 de dezembro do ano passado, poucos dias depois de seu início. Desde então, vem ampliando sua atuação em todo o território paranaense, com adesão de 274 municípios.
Desenvolvido em parceria com instituições e entidades privadas sem fins lucrativos, o Paraná + Vida tem como objetivo oferecer acolhimento humanizado e oportunidades de recomeço para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Atualmente, o programa conta com 29 entidades contratadas para os atendimentos.
O secretário do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, comemorou a marca e destacou o impacto da iniciativa. “Chegar a 300 pessoas acolhidas ao mesmo tempo é um marco importante para o Paraná + Vida e, principalmente, para cada pessoa que encontra no programa uma oportunidade de mudar sua história", afirma.
"Estamos falando de pessoas que precisam de cuidado, apoio e condições para reconstruir suas vidas. O programa oferece esse acolhimento de forma humanizada, respeitando a decisão de cada um e envolvendo também as famílias e as redes de atendimento. É uma política pública que transforma vagas em oportunidades reais de recomeço”, enfatiza.
SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL- Com investimento anual de R$ 10 milhões, a iniciativa prevê a oferta de aproximadamente 480 vagas de acolhimento temporário, integrando ações das áreas da Saúde e da Assistência Social. Os recursos são destinados ao custeio das vagas, à manutenção dos serviços, à capacitação de profissionais e ao fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
O acesso ao programa é destinado a pessoas maiores de 18 anos, em situação de vulnerabilidade social e com vínculos fragilizados, que manifestem interesse voluntário no acolhimento. O encaminhamento é realizado pelas redes de Saúde e Assistência Social, mediante avaliação técnica.
O monitoramento das ações é feito de forma integrada, com articulação entre as políticas públicas estaduais, municipais e as entidades participantes, buscando garantir a qualidade e a efetividade do atendimento em todo o Paraná.
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